Acho que todos já ouviram aquele famoso ditado: "Nunca julgue um livro pela capa."
A partir dele decidi escrevr sobre o documentário da vida pessoal de Amy Winehouse, intitulado: AMY.
Amy Jade Winehouse (14/09/193 — 23/07/2011) foi uma cantora e compositora britânica conhecida por seu poderoso e profundo contralto vocal e sua mistura eclética de gêneros musicais, incluindo soul, jazz e R&B. Dona de uma beleza exótica, Amy conquistou o mundo com seu álbum Back to Black.
Sua primeira aparição no cenário musical foi com o albúm intitulado Frank. O disco não obteve muito sucesso, porém foi aclamado pela crítica especializada.
Porém foi em 2006, com o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, que Amy conquistou os 4 cantos do mundo.
Amy emplacou o sucesso Rehab nas paradas e conquistou 6 nomeações para o 50º Grammy Awards em 2007, onde venceu 5 categorias incluindo: Best New Artist, Record of The Year (Rehab), Song of The Year (Rehab) e Best Pop Vocal Album (Back to Black).
O documentário conta a vida de Amy e toda sua trajetória até o estrelato.
Todos conhecem Amy Winehouse como a cantora histérica, rebelde, que atacava os paparazzi e não tinha papas na língua.
O filme deixa bem claro os motivos pelo qual Amy tornou-se essa pessoa. Pois acredite, ela não era assim.
Amy sofria de diversos problemas psicológicos ocasionados pela separação dos pais, e tinha também Bulimia.
Pra quem não sabe o que é Bulimia, trata-se de um transtorno alimentar que leva a pessoa a exagerar na ingestão de alimentos e logo a seguir provocar vômito, ou ainda fazer o uso de outros recursos como tomar laxante, ficar um longo período sem se alimentar ou praticar exercícios físicos em excesso para impedir o ganho de peso.
Ela tinha depressão também, e na maioria das vezes a saída que Amy encontrava era no apoio das drogas e bebidas.
A música Rehab foi escrita justamente de uma situação em que todos queriam ela ela se internasse após uma crise com o rompimento com seu namorado.
O documentário deixa claro que Amy se apaixonava loucamente por seus homens e quando brigavam ou rompiam, ela entrava em profunda depressão e se refugiava em drogas.

O documentário explica o que aconteceu com Amy e o que levou ela à óbito.
Os detalhes são muito bem contados, o que faz com que você se emocione do começo ao fim.
Altos e baixos são coisas que foram muito presentes na vida da jovem que não acreditava que havia chegado ao topo do estrelato.
Vemos claramente o quão dura a mídia é em relação aos artistas: piadas sobre os problemas dela são retratados em programas de televisão, assim como o abuso dos paparazzis em frente à casa de Amy.
Amy deixa clara no começo do filme que sua intenção não é fazer sucesso e sim fazer música, pois gosta daquilo que faz, é realmente um trabalho.
Ao decorrer do documentário vemos o quão difícil é o preço da fama, principalmente quando precisa-se de ajuda para seguir em frente.
O documentário é um forte concorrente para o Oscar desse ano. Portanto aconselho a todos os amantes da música a assistirem a esse relato de uma jovem estrela que foi amargamente destruída pela fama.
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